sábado, 3 de abril de 2010

Ano de Ópera Aida na Pucrs!!!!

O ICM da pucrs, prepara para novembro de 2010, uma ópera magnífica:
Aida de Giuseppe Verdi.
Um espetáculo imperdível!!!
Consulte:

quinta-feira, 25 de março de 2010

.:Minha tragetória Músical:.




Iniciei meus estudos em 2008, entrando para o coral da Pucrs.
Eu, assim como todos os novatos, fomos muito bem recebidos e tratados pelo ICM (instituto de cultura Musical).
Logo, iniciamos Oficina de Técnica Vocal com o Baixo Pedro Spohr (preparador vocal do coral pucrs). As aulas com Pedrão são únicas! além de aprendermos uma técnica precisa e consciente, ele é uma pessoa maravilhosa, um ser humano como poucos! Faz com que toda a aprendizagem seja agradável e prazerosa...
Assim, ao final de um ano de aulas, tivemos um aproveitamento excelente! (eu e minhas colegas novatas tb...Rochele, Mayara e Letícia).
No início do ano de 2009, Fizemos um recital de 'formatura' que foi o nosso Debut como cantoras líricas.
este é meu 1º video, gravado no recital, ao qual tenho o Maior orgulho!
http://www.youtube.com/watch?v=cXTKlgJdSMY (Stizzoso, Mio Stizzoso - from Pergolesi). Quanta emoção nesse dia mágico!!! Minha mãe veio prestigiar minha apresentação...

Em 2009 continuamos os estudos técnicos no Icm e tivemos também Oficina de Teoria Musical, igualmente oferecida pelo icm aos coralistas!!!
No Mês de Junho (09) Tivemos a honra de participar de uma apresentação para a comunidade acadêmica. A sobremesa Musical, acontece sempre às quartas-feiras, 13horas, no átrio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, prédio 9.
Esta então, foi especial para os 'talentos do coral da pucrs', Nessa ocasião tive a oportunidade de cantar com com Pedro spohr, fizemos um Dueto lindo, da ópera Don Giovanni, de Mozart: La Ci Darem la Mano. Foi com, certeza uma grande emoção, que jamais esquecerei!!!
Ainda nesse dia, cantei novamente a aria de Pergolesi, só que na minha opnião, um pouco melhor que no recital. Segue o vídeo para as devidas comparações, rsrs: http://www.youtube.com/watch?v=ZFPr2tYdOTo&feature=related.
Para mim, participar desse evento, foi uma honra! tendo a presença querida do Maestro Gerling Jr. - figura importantíssima no cenário lírico gaúcho, pessoa querida por todos nós - De Adriana de Almeida, solista da orquestra e coral da Pucrs (nossa madrinha)!!!

Bom, continuei meus estudos na pucrs no decorrer do mesmo ano e pude também conciliar aulas particulares com Pedrão, para aprimoramento!
Tive também a emoção de participar de uma ópera grandiosa: 'Il Trovatore' !!! em Out(09).
Nessa ocasião também prestei prova específica de canto para graduação em música, na Ufrgs, da qual não passei! Mas, não posso citar o vestibular, sem mencionar minha gratidão e carinho ao apoio que tive de meu professor e da pianista, e também professora, Lizandra Rodrigues, da pucrs, que me incentivou e orientou até o último momento.
Mas, mesmo não passando na prova específica, prestei vestibular para a minha segunda opção: Letras e sim, Passei!!!!!

Ao iniciar de 2010 - junto com a prova vestibular, em Janeiro, tivemos o Recital de encerramento da oficina vocal, uma oficina especialíssima, onde todos os talentos da pucrs, se apresentaram!!!!
Eu, fui a penúltima a cantar: 'Ah! je ris de me voir si belle' mais conhecida como 'jewel song' de Charles Gounod.
Segue então meu vídeo mais recente: http://www.youtube.com/watch?v=X5zSuu7iK8I

com certeza, 2010 iniciou com muito trabalho e muita satisfação...Ano iluminado que promete alegrias e sucessos!!!

Bjos à todos!!!



quarta-feira, 24 de março de 2010

O Soprano lírico leggero é o timbre intermediário entre o Leggero e o Lírico, com uma menor igualdade de registros, um registro central mais rico e arredondado, mas, com menor corpo de som maior facilidade de emissão do registro agudo e menor aptidão ao legato expressivo. Alguns sopranos lírico-leggero podem amadurecer a voz e interpretar com sucesso papéis de sopranos líricos. Sua tessiturausual é do Dó3 ao Fá5.

domingo, 7 de junho de 2009

Tipos de soprano
Na
ópera, existem diferentes classificações para sopranos, que levam em consideração principalmente a extensão vocal, o peso relativo e a coloração do timbre. Os três tipos básicos de voz de soprano são o ligeiro, lírico e dramático. Da combinação desses, surgiram vários outros referentes a estilos ou exigências técnicas particulares, assim como a diferenças relativas de cor vocal [1].
Portanto, também se consideram certas habilidades técnicas exigidas para desempenhar certos papéis. Assim, aos tipos de voz se costuma acrescentar a expressão de
coloratura (ou d'agilità) para identificar a soprano que possui flexibilidade e agilidade para cantar escalas e ornamentos vocais, sobretudo no registro mais agudo. Devido a tais características, costuma-se associar certas especificidades ao tipo de voz, fazendo surgir subdivisões como lírico-coloratura e dramático-coloratura.
Nas escolas francesa e alemã, as sopranos são classificadas de modo diferente, usando classificações especiais e divindo-as por categorias que podem abranger dois a três tipos de vozes da classificação tradicionalmente usada em outros países.
A classificação alemã em "
fach" é a mais rigidamente estruturada, tendo sido criado pelas casas de ópera da Alemanha para definir estritamente os papéis aos quais um cantor poderia se dedicar, sendo assim mais que uma categoria de voz, mas também de repertório. Assim, um cantor que firmasse contrato com uma companhia operística alemã, sob uma dada "fach", ficaria responsável por todo o repertório descrito para aquele tipo de voz. É um sistema usado hoje em apenas alguns lugares [2].
Originalmente, não se realizava qualquer tipologia das vozes de soprano, que, além disso, eram incluídas juntamente com as atuais
mezzo-sopranos em uma só categoria. A progressiva separação dos tipos de vozes, como forma de indicar mais ou menos estritamente o peso, a extensão e o repertório adequado de umas sopranos relativamente às outras, vai aparecendo após meados do século XIX [3]. De fato, até o período do Bel Canto, cantoras que são consideradas atualmente como mezzo-sopranos, como Maria Malibran, cantavam papéis também interpretados por sopranos e hoje consagrados a elas [4].
Há muitas controvérsias quanto à classificação das vozes, devido às muitas e variadas características delas. Na tentativa de melhor definir vozes individuais, surgem freqüentemente combinações de vários dos tipos consagrados, como soprano spinto dramático
[5] ou lírico-dramático spinto [6]. Há ainda compreensões diferentes, de acordo com a escola de canto ou mesmo com o indivíduo, sobre os conceitos expressos pelas classificações usuais ou sobre os critérios para realizar tal categorização. O termo lírico-dramático, por exemplo, é ora usado como categoria à parte, ora como sinônimo de lírico-spinto [7].
Contudo, a classificação básica e usualmente utilizada nos países lusófonos é a seguinte:
Soprano ligeiro (ou leggero)
Soprano lírico-ligeiro (ou lírico-leggero)
Soprano lírico
Soprano lírico-spinto (ou lírico-dramático)
Soprano dramático
Bel Canto
O
bel canto era um estilo presente na ópera italiana que se caracterizava pelo virtuosismo e os adornos vocais que demonstrava o solista em sua representação. Ademais, baseava-se numa expressão vocal distinta, em que o drama deveria ser expresso através do canto, valorizando-se sobretudo a melodia e mantendo-se sempre uma linha de legato firme e impecável. Ao contrário do que dizem alguns de seus críticos, o bel canto não desprezou o aspecto dramático da ópera, o que comprovam alguns dos personagens mais complexos e dramáticos do repertório operístico, como a Norma, de Bellini, e a Lucia di Lammermoor, de Donizetti. Era, contudo, uma forma de expressão particular, alinhada aos ideais do Romantismo.
Na primeira metade do
século XIX o bel canto alcançou seu nível mais alto, através das óperas de Gioacchino Rossini, Vincenzo Bellini e Gaetano Donizetti, dentre outros. A técnica belcantista continuou a ser utilizada muito depois, embora novas correntes musicais tenham sobrepujado o estilo de composição tipicamente belcantista do início do século XIX. Muitas óperas desse período ficaram abandonadas durante décadas ou até mais de um século, só vindo a ser resgatadas entre os anos 50 e 80, período que ficou conhecido pelo resgaste de diversas óperas capitaneados por cantoras famosas como Maria Callas, Joan Sutherland, Leyla Gencer e Montserrat Caballé.
Origem
A palavra ópera significa "obra" em
latim e italiano, relacionada com opus, sugerindo que esta combina as artes de canto coral e solo, recitativo e balé, em um espetáculo encenado.
A primeira obra considerada uma ópera, no sentido geralmente entendido, data aproximadamente do ano
1597. Foi chamada Dafne (atualmente desaparecida), escrita por Jacopo Peri para um círculo elitista de humoristas florentinos letrados, cujo grupo era conhecido como a Camerata. Dafne foi uma tentativa de reviver a tragédia grega clássica, como parte de uma ampla reaparição da antiguidade que caracterizou o Renascimento. Um trabalho posterior de Peri, Eurídice, que data do ano 1600, é a primeira ópera que sobreviveu até a atualidade. Não obstante, o uso do termo ópera começa a ser utilizado a partir de meados do século XVII para definir as peças de teatro musical, às quais se referia, até então, com formulações universais como Dramma per Música (Drama Musical) ou Favola in Música (fábula musical). Diálogo falado ou declamado - chamado recitativo em ópera - acompanhado por uma orquestra, é a característica fundamental do melodrama, no seu sentido original.